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Investir com responsabilidade socioambiental é a nova tendência do momento

Bloxs

04/06/2020

MAOS

Não é segredo para ninguém que um número cada vez maior de investidores individuais e institucionais vem adotando como critério de aplicação dos seus recursos a responsabilidade socioambiental de empresas e empreendimentos.

Já passou o tempo em que o uso de meios inescrupulosos era aceitável ou até mesmo indispensável para a obtenção de ganho financeiro. O princípio do “lucro a qualquer custo” passou a ser uma prática inaceitável em um mundo cuja palavra de ordem é o respeito. Não só ao meio ambiente, mas sobretudo às comunidades potencialmente impactadas pela ação do poder público e da iniciativa privada.

“Uma pergunta frequente que os investidores me faziam era se eu não estava sacrificando os retornos financeiros ao priorizar opções com impacto socioambiental”, afirmou Karina Funk, diretora do fundo Brown Advisory, em uma entrevista à Bloomberg. “Hoje, já não me fazem mais essa pergunta”.

Investimentos Conscientes

O chamado investimento de impacto não se destina apenas a quem deseja fazer o bem. Trata-se de uma oportunidade de investimento bastante lucrativa e que vem ganhando popularidade. Para se ter uma ideia, nove dos maiores fundos de investimento com foco em responsabilidade socioambiental nos EUA tiveram um desempenho superior ao S&P 500, índice de referência que congrega as 500 maiores empresas daquele país[1].

Uma pesquisa realizada no Reino Unido pelo Departamento de Desenvolvimento Internacional mostrou que mais de 70% dos entrevistados desejavam que seus investimentos fizessem bem às pessoas e ao planeta[2].

É preciso, porém, mais do que discurso. Os investimentos de impacto devem fornecer meios suficientes para que se possa mensurar, além do retorno financeiro, seu benefício à sociedade e ao meio ambiente. Nesse quesito, vale destacar, entre o vasto universo de aplicações possíveis, os investimentos em energia solar.

Energia solar: investimento sustentável e lucrativo

Totalmente renováveis e não poluentes, os sistemas de energia fotovoltaica podem ser considerados como um investimento de baixo risco. Isso porque, antes da sua instalação, é realizado um estudo pormenorizado do histórico da região.

Condições climáticas e índices pluviométricos são analisadas, bem como medições em tempo real e uso de modelos computacionais. Além disso, não são necessárias intervenções que exijam mudanças significativas na fauna, na flora ou na vida das comunidades locais.

Desde 2012 os brasileiros têm permissão para gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis.

Há a possibilidade de, até, vender o excedente gerado por seu sistema à rede de distribuição local.

As oportunidades de investimento no setor são enormes, uma vez que 89% dos brasileiros desejam gerar sua própria energia renovável. Porém, essa modalidade de geração distribuída só atinge 0,02% dos consumidores.

Um dos obstáculos para isso está na dificuldade de acesso a crédito por pessoas físicas e jurídicas. Segundo a Absolar, as linhas de financiamento tradicionais não estão alinhadas às características de empreendimentos de geração distribuída solar fotovoltaica, inviabilizando projetos e reduzindo a competitividade[1].

Como Acessar as Ofertas

Nesse contexto, a fim de ampliar as linhas de crédito alternativo para empreendedores, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou em 2017 uma regra que permite a capitação pública de recursos por meio do financiamento coletivo, ou crowdfunding, utilizando plataformas totalmente online que passaram pelo processo de autorização do órgão[2].

Em outras palavras, os investimentos de impacto, como usinas de energia solar fotovoltaica, que antes só eram acessíveis a investidores institucionais, passaram a estar ao alcance de pessoas físicas comuns.

Para se ter uma ideia do crescimento potencial desse tipo de investimento no Brasil, a região mais ensolarada da Alemanha, quarto país que mais gera energia fotovoltaica no mundo, tem um índice de radiação 40% menor do que a região brasileira com menos incidência de luz solar. Desde a publicação da Resolução da Aneel, em 2012, o número de sistemas de geração distribuída saltou de 7 naquele ano para 110.299 mil em 2019[3].

Retorno financeiro no médio prazo

Em termos de rentabilidade, não é novidade que a forte queda da taxa Selic nos últimos anos reduziu a atratividade dos investimentos em renda fixa. Investidores estão, cada vez mais, fugindo de investimentos que antes foram atrativos.

A migração para novas formas de investimento – mais rentáveis – está ocorrendo cada vez mais. Neste ano, a B3 registrou uma alta recorde no número de CPFs cadastrados, somando mais de 2,24 milhões de pessoas físicas.

Ocorre que o risco do investimento em ações só pode ser diluído se considerado no longo prazo. A liquidação de papéis que vimos no mês de março deste ano em razão da pandemia de coronavírus é prova de que, sem um conhecimento técnico ou assessoria profissional, o patrimônio dos investidores pode ser profundamente afetado.

O investimento em energia solar oferece segurança elevada e retorno relativamente rápido ao investimento. Proporciona, dessa forma, um payback de aproximadamente quatro anos, sem falar que a vida útil de um sistema fotovoltaico pode durar mais de três décadas.

Não é por outra razão que o investimento consciente, com responsabilidade socioambiental, vem ganhando popularidade em todo o mundo. Surpreendentemente, no Brasil, em especial, cada vez mais pessoas têm se interessado por essa modalidade de investimento.

Em suma, investimentos alternativos são a chave para o novo perfil de investidor obter rentabilidade e ainda contribuir com causas socioambientais.

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