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Análise quantitativa de como a demanda por IA (crescimento de 55% em consumo energético, atingindo 7,4 GW globalmente) está criando escassez nos mercados tradicionais. Entenda por que hyperscalers como AWS, Microsoft e Google (que controlam 35-44% do mercado) estão priorizando países com excedente de energia limpa e como o Brasil se posiciona para capturar essa migração de CAPEX.
Decodificação técnica da MP 1.318/2025: suspensão de PIS/COFINS, IPI e Imposto de Importação sobre equipamentos TIC (70% do CAPEX total), contrapartidas de 2% em P&D, exigências de energia 100% renovável e coabilitação de fornecedores nacionais. Análise de como essa estrutura melhora TIR, reduz payback e cria vantagem competitiva sustentável versus mercados sem incentivos.
Metodologia proprietária para avaliar viabilidade real de projetos de data centers no Brasil. Indicadores de capacidade de transmissão elétrica, análise de filas ONS, critérios para diferenciar ativos "power-secured" de land banking especulativo. Checklist operacional que elimina 40% dos projetos inviáveis antes da alocação de capital.



Posicione seu portfólio antes da entrada massiva dos hyperscalers globais no Brasil. Com pipeline de 9 GW em solicitações e meta de expansão para 3+ GW de capacidade instalada, acesse a análise que identifica por que o Brasil se tornará um dos cinco maiores mercados mundiais de data centers até 2035. Métricas concretas, não especulação de mercado.
Domine cada aspecto da MP 1.318/2025: da suspensão de impostos sobre 70% do CAPEX até contrapartidas estratégicas de P&D e energia renovável. Entenda como a redução da carga tributária de 52% para 18% melhora TIR, reduz payback e cria vantagem competitiva internacional. Framework completo para maximizar benefícios fiscais dentro da conformidade regulatória.
Aplique metodologia proprietária de due diligence energética para avaliar capacidade real de conexão à rede, filas ONS e cronogramas de transmissão. Use indicadores críticos para filtrar projetos viáveis e evitar armadilhas de execução que inviabilizam até 40% dos investimentos mal estruturados. O maior risco não é demanda, é disponibilidade de energia.