Energia solar não para de avançar e deve encerrar o ano com expansão de 60%

crescimento energia solar

A energia solar está em tendência de alta no Brasil e acaba de superar a histórica marca de 10 gigawatts (GW) de potência instalada.

Até o fim do ano, a previsão é que a energia fotovoltaica atinja o recorde de 12,5 GW, considerando tanto grandes usinas quanto sistemas de pequeno e médio porte em geração distribuída.

Isso equivale a quase 2% da nossa matriz elétrica e, após a aprovação do marco legal da energia solar, a expectativa é que os investimentos e operações de fusão e aquisição cresçam ainda mais no setor.

Os investidores que estão atentos às grandes tendências da próxima década sabem que a energia renovável terá protagonismo no portfólio de grandes players, fundos e investidores institucionais daqui para frente.

É inegável que projetos ESG estão na mira desses investidores, e agora você também pode participar desse crescimento, investindo diretamente em excelentes projetos de energia solar através do crowdfunding.

A seguir, falaremos sobre o extraordinário avanço da energia solar no Brasil e mostraremos como você pode ter hoje mesmo ativos do setor, capazes de entregar resultados fantásticos em pouco tempo.

Fique com a gente e confira os tópicos que vamos abordar:

Sistemas fotovoltaicos devem encerrar o ano com crescimento 60% em potência instalada

A demanda por energia solar no Brasil não para de crescer, e não é somente por parte dos pequenos consumidores. 

Cada vez mais empresas descobrem as vantagens da geração distribuída para reduzir suas contas e ganhar mais competitividade diante dos constantes aumentos tarifários.

Os consumidores foram surpreendidos nesta semana, com o anúncio da Agência Nacional de Energia (Aneel) de que a conta de luz ficará quase 50% mais cara a partir de 1º de setembro, por causa da crise hídrica.

Segundo reportagem da Folha:

A Aneel criou a bandeira tarifária de escassez hídrica com valor adicional de R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatts-hora). O aumento, em comparação aos R$ 9,49 cobrados pela bandeira vermelha patamar 2, é de 49,6%.

Isso explica por que a procura por painéis fotovoltaicos tem crescido tanto nos últimos meses. 

Para Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, o que explica esse movimento é justamente o peso dos  aumentos tarifários no orçamento das famílias e nos resultados das empresas que fazem uso intensivo de energia. De acordo com o executivo:

Com a crise hídrica, os brasileiros têm buscado alternativas para reduzir os gastos, e a energia solar aparece como uma opção econômica e que dá mais autonomia para o consumidor.

Essa realidade está aumentando o interesse dos consumidores em produzir sua própria energia e de investidores que buscam oferecer soluções inovadoras para essa grave ineficiência do mercado.

Uma matéria do Valor Econômico mostra que houve uma disparada no número de pequenos e médios sistemas fotovoltaicos, que já geram uma potência instalada de 6,5 GW em seu conjunto. Já as usinas de grande porte produzem 3,5 GW, o que equivale a 1,92% da nossa matriz elétrica.

Esse número fantástico é resultado dos investimentos feitos até agora, que já somam mais de R$50 bilhões desde que a Aneel criou o atual sistema de incentivos para a energia solar.

“Energia solar será a fonte número 1 da matriz elétrica brasileira”

O crescimento dos sistemas fotovoltaicos no Brasil tem sido tão intenso que especialistas já preveem que eles assumirão a liderança entre as fontes de energia até 2050.

white and blue solar panels
Energia solar crescerá forte nos próximos anos. (Imagem: Unplash)

Atualmente, dos quase 90 milhões de consumidores cativos das distribuidoras, apenas 700 mil produzem sua própria energia. Nas Austrália, por exemplo, a cada cinco casas uma já gera sua própria eletricidade.

Mas essa realidade aos poucos vem mudando, com o nosso país subindo de forma consistente no ranking de capacidade instalada, subindo da 16ª para a 14ª posição em 2020.

No topo da lista dos países que mais geram energia a partir do sol estão China, Estados Unidos, Japão, Alemanha e Índia.

A energia solar é hoje no Brasil a quinta fonte mais importante na produção de eletricidade, ficando atrás das hidrelétricas (57,76%), termelétricas (25,03%), eólica (10,6%) e pequenas centrais hidrelétricas (3,10%).

Mas já há previsões de que, nas próximas décadas, os sistemas fotovoltaicos assumirão a liderança em nosso sistema energético, graças à excelente incidência de luz solar em todo o território nacional e à competitividade desse tipo de geração. É o que diz Sauaia, CEO da Absolar:

Até 2050, a projeção dos analistas de mercado é que a energia solar será a fonte número um da matriz energética do Brasil, respondendo por 32%, ante 30% das hidrelétricas.

Não é preciso muito para perceber como nossas fontes de energia estão concentradas nas hidrelétricas, explicando por que a falta de chuvas afeta tanto nossa autonomia energética.

Ao mesmo tempo, mostra como há espaço para que as energias renováveis, em especial, a energia solar, cresçam e diversifiquem nosso sistema elétrico.

Energia solar é incomparavelmente mais barata do que termelétricas

Quando falamos em autonomia energética, não podemos deixar de citar o alto custo do acionamento das termelétricas sempre que enfrentamos períodos de estiagem prolongados.

Números da Absolar mostram que o governo contrata pouca geração fotovoltaica em seus leilões, apesar de ela ter preços muito mais baratos.

Para fins de comparação, os custo de 1 megawatt-hora (MWh) de energia solar nos últimos quatro leilões do governo federal foi de R$67,48 a R$136,31, enquanto o MWh contrato de termelétricas custa R$1,5 mil, infinitamente mais caro.

De acordo com Sauaia, da Absolar:

O governo precisa atualizar seus modelos de cálculo. Hoje a energia solar é a fonte mais competitiva que o Brasil tem.

Como investir em energia solar de forma simples e acessível?

Hoje, qualquer investidor pode financiar ou se tornar sócio de usinas fotovoltaicas e receber, todos os meses, uma parte do lucro em suas contas bancárias.

E isso é possível através do crowdfunding, modalidade de investimento em que um grupo de pessoas se une para colocar de pé projetos do seu interesse.

Desde que a CMV regulamentou o crowdfunding, em 2017, ele já cresceu mais de 10 vezes no país, com destaque para Bloxs, uma das plataformas pioneiras nesse tipo de captação e que já viabilizou a implantação de diversas usinas fotovoltaicas em várias partes do país.

De forma 100% online, a preços acessíveis, você pode participar de captações de projetos como o TMX III, que pretende levantar até R$5 milhões para construir uma usina de 1,9 MW em Minas Gerais, estado líder nesse tipo de geração no Brasil.

Se você não quer ficar de fora desse empreendimento, corra, porque a captação já está em ritmo avançado e pode ser encerrada a qualquer momento.

Clique aqui e conheça mais sobre esse projeto incrível.

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